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  • 2010
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Câmara estuda instalação de programa de coleta de baterias e celulares

Câmara estuda instalação de programa de coleta de baterias e celulares

Ver. Biléo Soares (à dir.)

A Câmara Municipal de Campinas começou a analisar esta semana projeto, de autoria do vereador Biléo Soares (PSDB) que institui o Programa de Apoio a Coleta de Baterias e Aparelhos Celulares. De acordo a proposta, deverão ser desenvolvidas ações que orientem a população a descartarem o material nas revendedoras, lojas autorizadas ou qualquer estabelecimento de venda de celulares. Esses locais ainda terão que dar destaque e ampla publicidade para o recolhimento desses equipamentos em sua sede, sites e outros meios de comunicação. O destino das baterias e dos celulares descartados serão de responsabilidade da empresa que efetuou o recolhimento. O projeto prevê também multa de R$300,00 para as empresas que não cumprirem a lei.

Segundo Biléo Soares, o objetivo do Programa é conscientizar as pessoas sobre os malefícios do lixo eletrônico, pois esses equipamentos têm em sua composição vários tipos de metais pesados e ao serem descartados em lixões, causam risco ao meio ambiente, contaminando o solo ou poluindo o ar atmosféricos. “Com esse Programa também queremos incentivar a preservação do meio ambiente, divulgar o Programa de Reciclagem do Lixo Eletrônico e desenvolver campanhas informativas de orientação, para a confecção de cartilhas e de recursos multimídias. Além do mais, o Programa pretende alertar a população sobre os locais onde deverão ser descartados os celulares e as baterias”.

Não há dados concretos do número de celulares descartados em nosso país. O que se sabe é que a média de troca de um aparelho no Brasil é de 14 meses. E apenas 2% dos brasileiros destinam seus celulares usados para a reciclagem, sendo certo que 80% de um aparelho desses é reciclável.

De acordo com o balanço divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), só em janeiro deste ano, o número de celulares no país chegou a 175,6 milhões.

Para virar lei, a proposta de Biléo Soares ainda deverá passar por duas votações na Câmara e depois pela sanção do prefeito.



Texto e foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas

Publicada em 9/12/2010 17h13