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  • 2010
  • Comissões entregam relatório final em fevereiro

Comissões entregam relatório final em fevereiro

Uma delas trata do Transporte de Massas e outra acompanha as obras do PAC na cidade
Comissões entregam relatório final em fevereiro

Vereadores em plenário

Abertas no ano passado, duas Comissões Especiais de Estudos (CEE) entregam agora em fevereiro, os relatórios finais à Câmara. Estão sendo concluídos os trabalhos da Comissão que analisa o transporte de massa em Campinas, presidida pelo vereador Arly de Lara Romeo (PSB) e a que fiscaliza as obras do governo federal que integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) implantado na cidade. Essa última é presidida pelo vereador Jairson Canário (PT).

Quando propôs sua Comissão Arly argumentou que Campinas precisava pensar num sistema de transporte de massa resolvesse o problema do trânsito na cidade, que em sua avaliação, é caótico e “inviável”. Para o vereador, a cidade tem que se mobilizar para a construção de um sistema de transporte coletivo de grande porte, como um metrô. Uma de suas propostas era a reativação do antigo VLT. O projeto começou a ser implantado no início dos anos 90 mas foi abandonado em seguida. Vereadores 1.JPG


Foi com o objetivo de fiscalizar a execução das obras do PAC em Campinas que o vereador Canário propôs a criação de uma CEE. O objetivo era garantir o benefício às famílias que hoje vivem na região do Aeroporto de Viracopos, área que deve ser desapropriada com a ampliação do Aeroporto nos próximos anos. O vereador queria ainda a revitalização do entorno do Ribeirão Anhumas, na região Leste da cidade.

Durante o ano passado foram concluídas outras cinco comissões. Uma delas  tratava de um projeto do governo federal que extinguia alguns distritos policiais na cidade. Os trabalhos seriam concentrados em outros plantões em um programa que o governo chamou de Superdelegacias, na época. À Comissão o Estado negou a intenção de criar esse novo modelo de atendimento a população. Diante disso, os trabalhos da CEE foram concluídos.

Os quatro meses de atuação da CEE da Pichação serviu de base para criar na cidade o programa “anti-pichação”. De autoria do vereador Antônio Francisco, O Politizador (PMN), a iniciativa prevê a criação de campanhas permanente educacionais, além da realização de parcerias com a Guarda Municipal, Polícia Militar e Polícia Civil no trabalho de repressão. vereadores 2.JPG

Outra Comissão que encerrou as atividades no ano passado foi a que avaliou a situação dos aterros sanitários de Campinas, presidida pelo vereador Luís Yabiku (PDT). O relatório final apontou que a cidade está muito aquém do desejado no que se refere a reciclagem do próprio lixo. A cidade produz 900 toneladas de resíduos domésticos e industriais por dia, mas recicla apenas 2%, enquanto a Capital recicla 10% e Curitiba 25%.

Chamada de CEE do Barulho, a comissão presidida pelo vereador Thiago Ferrari (PMDB) teve como objetivo identificar as principais causas da poluição sonora e a partir daí criar uma legislação que regulamentasse a questão. Ficou constatado que os bares e em seguida os alarmes residenciais são os principais causadores de barulho na cidade.

Sem conclusão também foi encerrada a CEE que estudaria a saúde da população carcerária. Se acordo o vereador Miguel Arcanjo que propôs os trabalhos, a Secretaria de Administração Penitenciária não respondeu aos pedidos de informações feitos pela Comissão.

Abertas no ano passado, pelo menos 12 CEE continuarão com seus trabalhos. Entre elas a que apura a situação financeira da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), presidida pelo vereador Artur Orsi (PSDB) e a que discute a questão dos loteamentos fechados na cidade, que tem a frente o vereador Sebá Torres (PSB).


Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal
Fotos: A.C. Oliveira/CMC

Publicada em 13/01/2010 10h59