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  • 2010
  • Especialista apresenta sistema de limpeza de tanques de areia

Especialista apresenta sistema de limpeza de tanques de areia

Especialista apresenta sistema de limpeza de tanques de areia

Estevam (esq.) e Canário no debate público

O empresário Niucesar Estevam garantiu nesta sexta-feira (19/11) na Câmara Municipal de Campinas ter a solução para a limpeza de caixas de areia instaladas em playgrounds de praças e escolas. Técnico químico e pesquisador ligado ao governo estadual do Espirito Santo, Estevam diz que desenvolveu um tratamento eficaz de descontaminação da areia que não apresenta nenhum efeito colateral nas crianças ou frequentadores do espaço e que ainda é ambientalmente correto.

O sistema foi apresentado em debate público organizado pelo vereador Jaírson Canário (PT), autor de um projeto em tramitação na Casa e que trata da assepsia e higienização dos tanques de areia utilizados para lazer.

De acordo com Estevam, o sistema está em operação no Espirito Santo e se mostrou eficaz no combate a microorganismos transmissores de doenças, fungos, placas, larvas migratórias, vírus e diversas outras bactérias infecto-contagiosas que podem estar presentes na areia. Esses microorganismos, em geral, são transmitidos por fezes de urina e cães e gatos ou pela presença de ratos e baratas.

Estevam conta que o produto deve ser aplicado na proporção de 5 a 7 litros por metro quadrado e deve ser aplicado a cada seis meses. Custa cerca de R$ 8,00 o metro quadrado. “Fica mais barato que trocar a areia ou então, cuidar de uma criança doente no hospital”, acredita ele.

Representantes da Prefeitura presentes ao debate disseram que existe na cidade um sistema eficiente de limpeza dessas caixas de areia e que as escolas públicas também estão orientadas a respeito do assunto.

O vereador Canário disse que o seu projeto não fala sobre como deve ser feita a assepsia. Quer apenas garantir que ela seja feita. “O que esse debate deixou claro é que há um descaso em relação a esse assunto”, disse o vereador. “E isso precisa ser regulamentado porque se trata de um assunto de saúde pública”, acrescentou.

O projeto já passou por duas votações na Câmara e agora espera pela sanção do Executivo.


Texto e Foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas.

Publicada em 19/11/2010 17h24