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  • 2010
  • Pulseira anti-sequestro é aprovada pela Câmara

Pulseira anti-sequestro é aprovada pela Câmara

A proposta agora deverá seguir para a sanção do prefeito

A Câmara Municipal aprovou nesta segunda-feira (10/05), projeto de autoria do vereador Tadeu Marcos (PTB), que obriga as maternidades e hospitais, sejam eles públicos ou privados, a implantar a pulseira anti-sequestro, um equipamento eletrônico que deverá ser colocado no pulso dos recém-nascidos e de suas mães. A proposta que pretende evitar, entre outros transtornos, que haja o sequestro das crianças, teve também duas emendas aprovadas, a primeira inclui no artigo 4º as palavras criança e mãe e a segunda, no artigo 6º, trata sobre as despesas, que deverá ser de responsabilidade da Secretaria Municipal de Saúde.

De acordo com o projeto, a pulseira será composta por um sensor de alarme e afixado em um dispositivo. Ele será colocado no recém-nascido ou criança internada, cujo fecho só poderá ser aberto por funcionários devidamente autorizados. Além disso, todas as portas de entrada e saída da instituição de saúde deverão conter dispositivos que acionem o alarme caso haja transposição com o referido sensor. A função do equipamento de segurança será alertar os funcionários dos hospitais e maternidades sobre a saída dos recém-nascidos e suas mães das dependências das unidades de saúde, sem a devida autorização dos médicos responsáveis.

Segundo Tadeu Marcos, ultimamente é possível constatar nos noticiários que é crescente o número de casos de desaparecimento de crianças, troca de recém-nascidos, e invasão do espaço médico-hospitalar por sequestradores, tanto nas maternidades quanto em hospitais, por isso se faz necessária a adoção de uma medida como essa.

A proposta agora deverá se encaminhada para a sanção do prefeito, Dr. Hélio de Oliveira Santos (PDT).


Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas

Foto: A.C. Oliveira/ CMC

Publicada em 10/05/2010 20h47