{"provider_url": "https://www.campinas.sp.leg.br", "title": "III SEMIN\u00c1RIO SOBRE S\u00cdNDROME DE DOWN ", "html": "<p>O Setor de Capacita\u00e7\u00e3o Profissional (SECAP) do Centro de Educa\u00e7\u00e3o Especial S\u00edndrome de Down (CEESD) realizou no \u00faltimo s\u00e1bado, dia 18, no plen\u00e1rio da C\u00e2mara, o III Semin\u00e1rio sobre S\u00edndrome de Down. </p><p><br />O tema abordado\u00a0foi o\u00a0\u201cDesenvolvimento neurol\u00f3gico e aprendizagem na s\u00edndrome de Down\u201d, com o neuropediatra, Jos\u00e9 Salom\u00e3o Schwartzman.</p><p><b><br /></b></p><p><b>Saiba mais sobre a S\u00edndrome de Down</b></p><p align=\"justify\">Em 1866, John Langdon Down notou que havia n\u00edtidas semelhan\u00e7as fision\u00f4micas entre certas crian\u00e7as com atraso mental. Utilizou-se o termo \u201cmongolismo\u201d para descrever a sua apar\u00eancia. Segundo o Dr. John, os mongois eram considerados seres inferiores. </p><p align=\"justify\">O n\u00famero de cromossomos presente nas c\u00e9lulas de uma pessoa \u00e9 46 (23 do pai e 23 da m\u00e3e), dispondo em pares, somando 23 pares. Em 1958, o geneticista J\u00e9r\u00f4me Lejeune verificou que no caso da S\u00edndrome de Down h\u00e1 um erro na distribui\u00e7\u00e3o e, ao inv\u00e9s de 46, as c\u00e9lulas recebem 47 cromossomos e este cromossomo a mais se ligava ao par 21. Ent\u00e3o surgiu o termo Trissomia do 21 que \u00e9 o resultado da n\u00e3o disjun\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, que pode ocorrer em ambas as divis\u00f5es mei\u00f3ticas e em ambos os pais. O processo que ocorre na c\u00e9lula \u00e9 identificado por um n\u00e3o pareamento dos cromossomos de forma apropriadas para os p\u00f3los na fase denominada an\u00e1fase, por isso um dos gametas receber\u00e1 dois cromossomos 21 e o outro nenhum. </p><p align=\"justify\">Como forma de homenagear o Dr. John, o Dr. J\u00e9r\u00f4me batizou a anomalia com o nome de S\u00edndrome de Down. </p><p align=\"justify\">Registros Antropol\u00f3gicos mostram que o caso mais antigo da S\u00edndrome de Down data do s\u00e9culo VII, um cr\u00e2nio sax\u00f4nico apresentando modifica\u00e7\u00f5es estruturais vistas com freq\u00fc\u00eancia em crian\u00e7as com S\u00edndrome de Down. Algumas pessoas acreditam que a S\u00edndrome de Down tenha sido representada no passado em esculturas e pictografias. Os tra\u00e7os faciais de estatuetas esculpidas pela cultura Olmec h\u00e1 quase 3.000 anos foram considerados semelhantes aos de pessoas com S\u00edndrome de Down. Nenhum relat\u00f3rio bem documentado sobre pessoas com S\u00edndrome de Down foi publicado antes do s\u00e9culo XIX.</p><p><br /><b>Texto: Huguette Gallo<br /></b></p><p><b>Foto: A.C. Oliveira/ CMC<br /></b></p><p class=\"western\"></p><p><br /></p><p class=\"western\"><br /></p><p></p>", "author_name": "rafaela", "version": "1.0", "author_url": "https://www.campinas.sp.leg.br/author/rafaela", "provider_name": "C\u00e2mara Municipal de Campinas", "type": "rich"}