Ir para o conteúdo.Ir para a navegação

Portal da Transparência
A+
A-
Acessibilidade
Acessibilidade
Navigation
  • 2009
  • Ações antiviolência vão fechar cerco a guardadores de carros

Ações antiviolência vão fechar cerco a guardadores de carros

PM prepara blitze; a primeira deverá ocorrer na região do Cambuí.
Ações antiviolência vão fechar cerco a guardadores de carros

Reunião da CEE, no plenário da Câmara

Depois de três semanas de ofensivas a moradores de ruas e pessoas que pedem esmolas ou oferecem pequenos serviços em semáforos da cidade, na região da antiga rodoviária, a Polícia Militar promete fechar o cerco aos guardadores de carros. Blitze estão sendo programadas para inibir a prática e a primeira, deverá ocorrer no bairro do Cambuí, local que concentra um grande número de bares, restaurantes e casas noturnas.

O anúncio foi feito na tarde desta quinta-feira (15/10) pelo capitão Marci Elber, da Polícia Militar, durante a segunda reunião da Comissão Especial de Estudos (CEE) instalada  na Câmara para discutir o assunto.  A ação, que deverá contar com agentes da Setec (Serviços Técnicos Gerais) e Departamento de Urbanismo (DU), faz parte de um programa antiviolência e de revitalização da região onde está localizado o antigo terminal rodoviário.

“Os guardadores de carros já estavam na nossa pauta de atuação porque entendemos que esse é um problema a ser abordado com firmeza. A dificuldade que nós temos é que a legislação não nos dá respaldo suficiente para agirmos. O que queremos é atuar com mais rigor nessa área. Temos que tirar os oportunistas que querem apenas extorquir os cidadão”, disse Marcy Elber.

mendigos2Numa outra frente, a Câmara estuda a criação de um projeto de lei que permita uma ação mais rigorosa das autoridades em relação aos guardadores de carros.  Presidente da CEE, o vereador Francisco Sellin (PDT)  disse que a Câmara vai acelerar o processo de  elaboração de uma lei específica para o problema.

“Temos a necessidade de criar uma lei para esses guardadores de carros, para os malabaristas que ficam nos semáforos e os pedintes. Para isso estamos estudando cada caso, ouvindo as entidades sociais que estão envolvidas com a causa e o restante da sociedade. Precisamos analisar o problema com profundidade para depois criarmos uma legislação a respeito”, afirmou Sellin.

A CEE volta a se reunir nas próximas semanas -  a data ainda não está definida -  mas Sellin adiantou que pretende convidar Organizações Não Governamentais (ONGs) e representantes de  igrejas que realizam trabalhos sociais junto a essa população.

Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas
Fotos: A.C.Oliveira/CMC

Publicada em 15/10/2009 18h42