Bancas poderão vender alimentos
Em
um prazo de 60 dias, as bancas de jornais de Campinas poderão
ampliar de forma considerável o número de produtos a serem
colocados à venda. Projeto de autoria dos vereadores Aurélio
Cláudio e Luis Yabiku, ambos do PDT, aprovado em segunda discussão
na reunião desta segunda-feira (03/08), permite aos comerciantes
vender produtos alimentícios,
flores e arranjos, além de prestar serviços como plastificação.
"Estou
satisfeito com aprovação deste projeto e contente que meus pares
entenderam que a minha proposta é beneficiar à população que em
uma eventualidade precisa de alguns desses produtos e não tem tempo
hábil de ir a um mercado ou floricultura”, disse o autor da
matéria.
Atualmente as bancas de jornais estão
autorizadas a vender balas, sorvetes, café expresso, isqueiros,
barbeadores, entre outros produtos. A proposta de Aurélio é um
complemento de uma lei sancionada em 1998 pelo então prefeito
Francisco Amaral e que chegou a tramitar na Casa em 2007, mas foi
arquivado.
“Ele foi arquivado porque houve uma série de questionamentos, que foram
solucionados. Mas ele é bastante interessante para os donos de
bancas de jornais e revistas que poderão aumentar a sua lista de
mercadorias que ficarão à disposição da população”, disse
Aurélio Cláudio.
Um levantamento realizado junto a Setec (Serviços Técnicos Gerais),responsável pela fiscalização de uso e ocupação do solo na cidade,aponta que há em Campinas, cerca de 400 bancas de jornais e revistas.
Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas
Foto: A.C. Oliveira/CMC
