Aprovado programa contra o "bullying"
O
bullying é um termo em inglês que descreve toda atitude de
violência física ou psicológica, intencional e repetida, praticada
por uma pessoa ou um grupo. Comum tanto nas escolas públicas quanto
nas particulares, o objetivo do ato é intimidar ou agredir outro
indivíduo.
São exemplos de bullying os atos de intimidação,
humilhação e discriminação; insultos pessoais, apelidos
pejorativos, gozações que magoam, acusações injustas, atuação
de hostilidade grupal, ridicularização do outro, exclusão e
isolamento social da vítima.
O bullying é um problema que atinge crianças e adolescentes em todo o mundo. Segundo dados da Organização Não Governamental (ONG) inglesa denominada PLAN, a cada dia um milhão de crianças sofrem algum tipo de violência nas escolas, afetando a sua personalidade e a saúde física e mental. Uma outra pesquisa do Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientações sobre o Bullyng Escolar (Cemeobs), aponta que 40% dos casos ocorrem no pátio da escola.
No Brasil, informações do Centro de Estudos do Bullying revelam que o problema atinge cerca de 45% das escolas. Provocar danos físicos, morais e materiais, usar tecnologias de informação, criar páginas falsas na internet (cyberbullying) sobre a vítima também são considerados bullying.
BILÉO - O projeto foi defendido na tribuna pelo vereador Dário Saadi (DEM), já que Biléo Soares não compareceu à sessão por causa do falecimento de sua tia, a madre Helena Soares. A madre, que tinha 101 anos, ajudou a construir o Colégio Sagrado Coração de Jesus - um dos mais tradicionais da cidade.
Dário Saadi lembrou que as escolas devem estar atentas ao problema. “Essa uma questão delicada. Os efeitos do bullying são muito complicados. Trata-se de uma brincadeira maldosa, agressiva e é cada vez mais frequente nas escolas. Para muitas vítimas, esse tipo de brincadeira acaba provocando sequelas psicológicas e emocionais profundas”, disse. “Por isso, o programa prevê a interação da Secretaria de Educação, diretores, professores, funcionários das escolas, pais e alunos”, lembrou o vereador.
O projeto segue agora para a sanção do Executivo.
Texto: Assessoria de Imprensa da
Câmara Municipal de Campinas
Foto: A.C. Oliveira/CMC
