Projeto de velocidade unificada é vetado
Na justifica o parlamentar argumentava que as diferenças – mesmo em ruas e avenidas que são equipadas por radares - causam insegurança aos condutores e, por vezes, chegam mesmo a provocar acidentes. “Essas mudanças são um inferno. Num determinado lugar é 40km; noutro, sobe para 60km e logo à frente, baixa para 50km. Na verdade, isso é um capricho de um ou dois técnicos, que decidem sobre o assunto e uma forma de alimentar uma fábrica de multas instalada na cidade”, acusou.
Líder do governo na Câmara, o vereador Francisco Sellin (PDT) disse que a definição dos limites leva em conta fatores estritamente técnicos. “Os limites são modificados de acordo com risco que o trecho oferece”, explicou Sellin.
O vereador Josias Lech (PT), que tem experiência no setor por ter trabalhado na Secretaria Municipal de Transportes, disse que os estudos a respeito do assunto são baseados em dois fatores: o fluxo e a circulação e a segurança quanto a acidentalidade. “Justamente por causa disso não há condições de se uniformizar os limites. Se não é possível fazer isso em rodovias, muito menos numa cidade, onde as condições são muito mais complexas”, afirmou.
Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal
Foto: A.C. Oliveira/CMC
