Vereador promete ir à Justiça pela colocação de crucifixo
O vereador Jorge Schneider (PTB) promete ir à Justiça
comum para conseguir que no plenário da Câmara de Campinas seja colocado um crucifixo. O projeto do vereador causou bastante polêmica entre os parlamentares e já obteve o parecer contrário da Procuradoria da Casa.
No entendimento da Câmara o estado brasileiro é laico e por isso os órgãos públicos não podem ter nenhuma orientação religiosa.
A respeito do assunto há uma jurisprudência, segundo Schneider. “Não aceito a desculpa de que a Casa é laica”, disse ele lembrando que no período em que a Câmara funcionava em um prédio anexo da Prefeitura havia um crucifixo na parede. "Na mudança nos tornamos ateus", concluiu.
Em sinal de protesto, o vereador passou a colocar um crucifixo em sua mesa, durante as sessões ordinárias. "Pelo menos em minha mesa terá um crucifixo", garantiu. Schneider ficou irritado com a restrição porque disse que até já tinha um acordo com os parlamentares evangélicos da Casa.
Pelo acordo ficou definido que a Câmara passaria a adotar pelo menos uma cruz que, segundo ele, é um símbolo universal do cristianismo. O vereador Jairson Canário (PT) também defende a tese de Schneider. “A opinião de um juiz não pode ser a de todos”, afirmou Canário, um dos representantes da bancada evangélica na Câmara.
Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas
Fotos: A.C.Oliveira/CMC
Publicada em 16/11/2009 22h10
A respeito do assunto há uma jurisprudência, segundo Schneider. “Não aceito a desculpa de que a Casa é laica”, disse ele lembrando que no período em que a Câmara funcionava em um prédio anexo da Prefeitura havia um crucifixo na parede. "Na mudança nos tornamos ateus", concluiu.
Em sinal de protesto, o vereador passou a colocar um crucifixo em sua mesa, durante as sessões ordinárias. "Pelo menos em minha mesa terá um crucifixo", garantiu. Schneider ficou irritado com a restrição porque disse que até já tinha um acordo com os parlamentares evangélicos da Casa.
Pelo acordo ficou definido que a Câmara passaria a adotar pelo menos uma cruz que, segundo ele, é um símbolo universal do cristianismo. O vereador Jairson Canário (PT) também defende a tese de Schneider. “A opinião de um juiz não pode ser a de todos”, afirmou Canário, um dos representantes da bancada evangélica na Câmara.
Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas
Fotos: A.C.Oliveira/CMC
