Cadastramento de frequentador de Lan House passa em 1ª votação
A Câmara
Municipal de Campinas aprovou na noite desta quarta-feira (28/04), em
primeira discussão, projeto de autoria do vereador Tadeu Marcos
(PTB) que pretende mudar radicalmente o sistema de funcionamento das
Lan Houses e Cyber Cafés instalados na cidade. O projeto prevê que
todos os menores de idade que frequentam esses estabelecimentos
deverão ser cadastrados.
Além disso, o conteúdo acessado por esses adolescentes serão armazenados e poderão ser rastreados caso requisitado pelos pais ou numa eventualidade na suspeita de um crime, por exemplo. “Pela facilidade do acesso temos casos de menores que acabam usando indiscriminadamente os computadores e as vezes até sem a devida cautela dos proprietários desses estabelecimentos”, argumentou o vereador Tadeu Marcos.
O local também deverá ter câmeras de monitoramento de segurança que preservará as imagens gravadas. Pelo projeto aprovado, as Lan Houses ou Cyber Cafés terão que manter uma relação com o nome do usuário, data de nascimento, endereço, telefone e o nome dos pais. O cadastro ainda deve conter uma autorização feita pelos pais ou responsáveis permitindo que o adolescente frequente o local.
“Queremos ser mais rigorosos, qualificar mais esse tipo de serviço e envolver os pais. É uma maneira que estamos buscando de preservar esses jovens”, disse o vereador. O projeto ainda será submetido a um segundo turno de votações.
Publicada em 28/04/2010 20h33
Além disso, o conteúdo acessado por esses adolescentes serão armazenados e poderão ser rastreados caso requisitado pelos pais ou numa eventualidade na suspeita de um crime, por exemplo. “Pela facilidade do acesso temos casos de menores que acabam usando indiscriminadamente os computadores e as vezes até sem a devida cautela dos proprietários desses estabelecimentos”, argumentou o vereador Tadeu Marcos.
O local também deverá ter câmeras de monitoramento de segurança que preservará as imagens gravadas. Pelo projeto aprovado, as Lan Houses ou Cyber Cafés terão que manter uma relação com o nome do usuário, data de nascimento, endereço, telefone e o nome dos pais. O cadastro ainda deve conter uma autorização feita pelos pais ou responsáveis permitindo que o adolescente frequente o local.
“Queremos ser mais rigorosos, qualificar mais esse tipo de serviço e envolver os pais. É uma maneira que estamos buscando de preservar esses jovens”, disse o vereador. O projeto ainda será submetido a um segundo turno de votações.
Assessoria de Imprensa da Câmara
Municipal de Campinas
Fotos: A.C.Oliveira/CMC
