Ir para o conteúdo.Ir para a navegação

Portal da Transparência
A+
A-
Acessibilidade
Acessibilidade
Navigation
  • 2010
  • Câmara aprova ampliação da licença maternidade

Câmara aprova ampliação da licença maternidade

O benefício vale para as mulheres que trabalham no Executivo e no Legislativo – seja servidora efetiva ou comissionada, da administração direta e indireta.
Câmara aprova ampliação da licença maternidade

Biléo (esq.) e Cirilo entre servidores

Com 27 votos favoráveis, a Câmara Municipal de Campinas aprovou na noite desta segunda-feira (22/03), em segunda discussão, o projeto de autoria dos vereadores Luiz Henrique Cirilo (PPS) e Biléo Soares (PSDB) que amplia de quatro para seis meses a licença maternidade para as servidoras municipais. O benefício vale para as mulheres que trabalham no Executivo e no Legislativo – seja servidora efetiva ou comissionada, da administração direta ou indireta. Vale, ainda, para a mãe biológica e adotante. Também foi aprovada emenda que estende o benefício para a mulher que já tenha passado pelo parto, mas que esteja dentro do prazo de licença de quatro meses. Neste caso, a mãe poderá requerer a ampliação desse prazo.

“Especialistas informam que os seis meses de vida são fundamentais para o desenvolvimento da criança”, disse o vereador Cirilo. “Isso quer dizer que se trata de um direito da criança e cabe à sociedade assegurar esse direito à ela”, acrescentou o vereador.

“Vale lembrar que a lei em Campinas vai mais longe que a legislação federal, já que a servidora federal pode requer a ampliação do benefício até o primeiro mês da licença. Aqui não. Aqui nós estendemos isso até o quatro mês”, lembrou o vereador.

O vereador Biléo Soares alertou para os benefícios da nova lei. Citando dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, o vereador tucano informou que a amamentação até os seis meses reduz em 17% os riscos de a criança adquirir pneumonia; em quase seis vezes os riscos de anemia e em duas vezes e meia as ocorrências de crises de diarréia. “É preciso lembrar ainda que o bebê não existe sozinho. É ele e sua mãe”, disse Biléo. “Madre Teresa de Calcutá lembrou que a humanidade tem fome por falta de afeto e que estamos fazendo com essa lei é resgatar o afeto e, assim, protegendo as novas gerações”, finalizou. O projeto segue agora para publicação no Diário Oficial (DOM).


Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas

Foto: A.C. Oliveira/CMC


Publicada em 22/03/2010 21h27