Câmara entrega Diploma de Mérito - Betinho
Nesta terça-feira (07/12), a partir das 20h, no Plenário da Câmara, será entregue o Diploma de Mérito Hebert de Souza – o Betinho à diversas personalidades.
Por indicação do vereador Dário Saadi (DEM) a honraria será entregue a Associação Beneficente Campineira, Casa de Apoio Morada Amor e Luz e Serviço de Assistência aos Enfermos “Grupo Vida”.
O vereador Miguel Arcanjo (PSC) entregará a honraria a Ivanildo José da Silva.
O pedetista Paulo Oya homenageará a Clínica Campinas Eco Center Cordis, Denise Donadon Sousa, Endocamp, ICC – Hospital e Pronto Socorro do Coração, Imunocamp, Laura Scivittaro Madia Feijó, Luiz Fernando Andrade Feijó, Patricia Andrade Brandalise, Regiane Marques Campos Pereira, Rogério Zavaloni Melotti e Ronaldo Pamplona da Costa.
O vereador Sebá Torres (PSB) fará a homenagem ao Centro de Apoio e Integração ao Surdocego e Múltiplo Deficiente e à Márcia Helena Ramos Arias.
O evento é aberto ao público com a entrada do Plenário pela Avenida Engenheiro Roberto Mange, 66, no bairro Ponte Preta.
A honraria
Criado em 2001, de autoria da ex-vereadora Teresinha de Carvalho, o Diploma de Mérito Hebert de Souza – o Betinho, é entregue por ocasião do Dia Internacional do Voluntário, comemorado em 05 de dezembro, às pessoas e entidades que tenham se destacado de forma exemplar no trabalho voluntário, no município de Campinas e fora dele.
Betinho foi um sociólogo e ativista dos direitos humanos brasileiro. Concebeu e dedicou-se ao projeto Ação da Cidadania contra a Miséria e Pela Vida.
Em 1986, Betinho descobriu ter contraído o vírus da AIDS em uma das transfusões de sangue a que era obrigado a se submeter periodicamente devido à hemofilia. Em sua vida pública esse fato repercutiu na criação de movimentos de defesa dos direitos dos portadores do vírus. Dois dos seus irmãos, Henfil e Chico Mário, morreram em 1988, por conseqüência da mesma doença.
Betinho também integrou as forças que resultaram no impeachment do Presidente da República Fernando Collor. Mas o projeto pelo qual se imortalizou foi, provavelmente, a Ação da Cidadania contra a Miséria e Pela Vida, movimento em favor dos pobres e excluídos.
Morreu em 1997, já bastante debilitado pela AIDS. Deixou dois filhos: Daniel, filho do seu primeiro casamento com Irles Carvalho, e Henrique, filho do segundo casamento com Maria Nakano, com quem viveu 27 anos.
Texto e foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas
