Regulamentação de motoboy passa em 1ª votação
O autônomo terá de se cadastrar, além de apresentar o certificado de participação em curso de treinamento básico; licenciamento do veículo e cursos de segurança no trânsito. As empresas prestadoras de serviços, cooperativas e entidades representativas também terão que ser credenciadas. Não poderão ser transportados produtos que, pela sua natureza, possam oferecer riscos à saúde ou à segurança das pessoas e ao meio ambiente.
Foram
aprovadas duas emendas na sessão desta quarta. A primeira determina
que o motoboy deve obedecer à Resolução 356 do Contran, que entre
outras medidas, torna o colete um item obrigatório e exige que os
capacetes tenham sinalizadores retrorrefletivos e fluorescentes. A
segunda emenda aprovada define que o autônomo terá de optar por uma
atividade específica – como por exemplo, a de entrega de água,
alimentos, documentos, etc. Ao optar por um segmento, não poderá atuar em outros.
Estudo da Emdec revela o perfil dos motoboys: em sua maioria são homens com idades entre 27 e 35 anos, possuem o segundo grau e 80% deles estão vinculados a uma empresa ou cooperativas. De acordo com a Prefeitura, além de regularizar a atividade, o projeto pretende aumentar a segurança dos motoboys no trânsito. De acordo com estimativas da Prefeitura, os acidentes com motos representam quase a metade de todos os acidentes registrados nas ruas da cidade.
Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal
Foto: A.C. Oliveira/CMC
