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  • 2011
  • Câmara em Debate discute criação do PSD e Reforma Política

Câmara em Debate discute criação do PSD e Reforma Política

Câmara em Debate discute criação do PSD e Reforma Política

Câmara em Debate

 

O Câmara em Debate desta quarta-feira (30/03) discute a recente criação do PSD  (Partido Social Democrático) pelo prefeito de São Paulo que tem gerado muita polêmica e Reforma Política.

Para falar sobre o assunto estão confirmadas as presenças dos vereadores Artur Orsi (PDB), Dário Saadi (DEM) e Tadeu Marcos (PTB).

O debate é intermediado pela jornalista Mirna Abreu.

Nesta quarta-feira o programa terá início às 15h, com transmissão ao vivo, pela TV Câmara Campinas (Canal 4 da NET) ou pelo site www.camaracampinas.sp.gov.br.

O programa promove uma interatividade com o telespectador que pode participar com perguntas, sugestões e opinião através do e-mail camaraemdebate@camaracampinas.sp.gov.br ou pelo twitter @camaraemdebate.

PSD e Reforma Política

Em ato para anunciar a fundação de sua nova legenda, Kassab afirmou que o PSD surge para suprir uma lacuna na política nacional e será “independente”. Em um discurso contraditório, o prefeito afirmou que sua saída do DEM não representa que vá deixar a oposição, mas estará ao lado do governo federal.

De acordo com Kassab, o principal motivo para ele deixar o DEM foi por sentir-se desconfortável em ficar em um partido que faz oposição apenas pela oposição.

Apesar do anúncio de seu novo partido, Kassab ainda está filiado ao DEM. Isso porque, para conseguir o registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o novo partido de Kassab precisa de quase 500 mil assinaturas de eleitores.

Por outro lado, o  PTB de São Paulo, através de seu presidente, deputado Campos Machado, alinhado com o presidente nacional da legenda, Roberto Jefferson, vai buscar na justiça a impugnação do Partido Social Democrático. O PTB argumenta que incorporou o PSD em fevereiro de 2003.

Recentemente a Comissão de Reforma Política do Senado proibiu a coligação para os cargos proporcionais na Câmara Federal, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais. Para os cargos majoritários como senador, prefeito, governador e presidente da República será permitido fazer a coligação.

Nesta terça-feira (29), a comissão aprovou também o modelo de sistema eleitoral proporcional com lista fechada. Isso significa que, na proposta que será levada para votação em plenário, o eleitor não votará mais diretamente no candidato e sim no partido político.

 

Publicada em 29/03/2011 23h06