Câmara em Debate discute criação do PSD e Reforma Política
O Câmara em Debate desta quarta-feira (30/03) discute a recente criação do PSD (Partido Social Democrático) pelo prefeito de São Paulo que tem gerado muita polêmica e Reforma Política.
Para falar sobre o assunto estão confirmadas as presenças dos vereadores Artur Orsi (PDB), Dário Saadi (DEM) e Tadeu Marcos (PTB).
O debate é intermediado pela jornalista Mirna Abreu.
Nesta quarta-feira o programa terá início às 15h, com transmissão ao vivo, pela TV Câmara Campinas (Canal 4 da NET) ou pelo site www.camaracampinas.sp.gov.br.
O programa promove uma interatividade com o telespectador que pode participar com perguntas, sugestões e opinião através do e-mail camaraemdebate@camaracampinas.sp.gov.br ou pelo twitter @camaraemdebate.
PSD e Reforma Política
Em ato para anunciar a fundação de sua nova legenda, Kassab afirmou que o PSD surge para suprir uma lacuna na política nacional e será “independente”. Em um discurso contraditório, o prefeito afirmou que sua saída do DEM não representa que vá deixar a oposição, mas estará ao lado do governo federal.
De acordo com Kassab, o principal motivo para ele deixar o DEM foi por sentir-se desconfortável em ficar em um partido que faz oposição apenas pela oposição.
Apesar do anúncio de seu novo partido, Kassab ainda está filiado ao DEM. Isso porque, para conseguir o registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o novo partido de Kassab precisa de quase 500 mil assinaturas de eleitores.
Por outro lado, o PTB de São Paulo, através de seu presidente, deputado Campos Machado, alinhado com o presidente nacional da legenda, Roberto Jefferson, vai buscar na justiça a impugnação do Partido Social Democrático. O PTB argumenta que incorporou o PSD em fevereiro de 2003.
Recentemente a Comissão de Reforma Política do Senado proibiu a coligação para os cargos proporcionais na Câmara Federal, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais. Para os cargos majoritários como senador, prefeito, governador e presidente da República será permitido fazer a coligação.
Nesta terça-feira (29), a comissão aprovou também o modelo de sistema eleitoral proporcional com lista fechada. Isso significa que, na proposta que será levada para votação em plenário, o eleitor não votará mais diretamente no candidato e sim no partido político.
