Comissão RMC: Situação do crack e drogas será discutida por toda a Sociedade
Durante a reunião da Comissão Permanente de Assuntos da RMC na Câmara Municipal de Campinas, com a participação de representantes de 12 municípios, ficou deliberado que a questão do crack e das drogas deve ser combatida com a participação de diversas áreas, e não só a saúde. Assim, na próxima reunião da Comissão da RMC, em janeiro próximo, serão convidadas diversas autoridades envolvendo o Executivo Municipal, Polícia Militar, Guarda Municipal, Cidadania e Inclusão Social, Educação, Saúde e Judiciário.
A
Comissão, presidida pelo vereador Antonio Francisco OPOLITIZADOR dos
Santos, convidou a especialista em Desenvolvimento Social e Segurança
Pública, Karina Sabedot para palestra e discussão do assunto, tendo
em vista o crescimento do uso do crack e drogas principalmente na
área central de Campinas e nas cidades da RMC.
Psicóloga ladeada com OPOLITIZADOR: Combate ao crack vai além da Saúde
A prevenção contra o crack na RMC (Região Metropolitana de Campinas) está abaixo do esperado. “Considerando a realidade brasileira em relação ao crack e outras drogas, é possível vislumbrar um cenário que avança assustadoramente na RMC”, afirmou ontem a psicóloga Karina Sabedot, que é especialista em desenvolvimento social, segurança pública e prevenção contra as drogas.
O alerta foi feito em uma palestra para membros da Comissão Permanente de Desenvolvimento da RMC. O evento aconteceu ontem na Câmara de Campinas.
Karina explicou que a RMC reproduz, em âmbito regional, a mesma realidade preocupante do País e que são necessárias ações concretas para evitar que o problema torna-se ainda mais completo.
De acordo com a especialista, as cidades da RMC devem ter programas parecidos para que evoluam de uma maneira conjunta. “Temos que fomentar planos municipais de enfrentamento às drogas com foco no trabalho conjunto entre as políticas públicas das 19 cidades”, afirmou.
A psicóloga ressaltou que o planejamento conjunto deve começar pelas áreas de saúde, educação, lazer e segurança pública. “O problema com as drogas vai além da área da saúde. Todos precisam colaborar para que haja uma evolução”, afirmou.
Fonte: http://opolitizador.com.br/
