Diretores do Ouro Verde são os primeiros a depor na CPI da Saúde
De acordo com o presidente da CPI, vereador Arly de Lara Romêo (PSB) a comissão foi constituída para analisar o problema da saúde em quatro grandes frentes.
Eles vão apurar responsabilidades pelo corte de serviços por parte de empresas contratadas pela Secretaria de Saúde por falta de pagamento, a falta de medicamentos, materiais e problemas de manutenção das unidades básicas de saúde.
Os vereadores vão analisar também o atraso no repasse de verba ao serviço Hospital Cândido Ferreira e os prejuízos que isso provocou no atendimento.
Pretendem, ainda, identificar as causas de demandas reprimidas em diversos serviços especializados como o oftalmologia, planejamento familiar e ginecologia e verificar as condições gerais das unidades básicas de saúde; as razões pela demora no atendimento, denúncias de subdimensionamento nos quadros de médicos e funcionários e atrasos em visitas da Vigilância Sanitária.
Os
trabalhos, no entanto, vão começar por um diagnóstico sobre o
funcionamento do Ouro Verde e do Hospital Cândido ferreira. Os
vereadores querem analisar, prioritariamente, os contratos de gestão
dos dois hospitais. Para isso, pediram cópias dos contratos e a
relação de funcionários – com nomes e cargos - de cada
instituição desde 2008.
A CPI pretende ainda comparar a evolução no número de leitos aos longo dos últimos anos; conhecer os repasses que foram feitos pela Prefeitura e as razões de eventuais atrasos, além de buscar informações sobre obrigações fiscais e trabalhistas de cada uma das instituições.
O vereador Petterson Prado (PPS) foi escolhido o relator do processo do processo. Além de Arly e Petterson, a CPI é integrada pelos vereadores Francisco Sellin (PDT), Dário Saadi (DEM), Sérgio Benassi (PCdoB), Zé do Gelo (PV) e Artur Orsi (PSDB).
Texto e Foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas
