Ir para o conteúdo.Ir para a navegação

Portal da Transparência
A+
A-
Acessibilidade
Acessibilidade
Navigation
  • 2011
  • Diretora regional diz que Estado investe em saúde em Campinas

Diretora regional diz que Estado investe em saúde em Campinas

24/10/11
Diretora regional diz que Estado investe em saúde em Campinas

Reunião da CPI da Saúde

Em depoimento à CPI da Saúde a responsável pela Diretoria Regional de Saúde 7 (DRS 7), Márcia Bevilacqua afirmou que o Estado investe mensalmente R$ 4,5 milhões na distribuição de medicamentos e ações judiciais, no que refere-se a fornecimento de medicamentos de alto custo, cirurgias, etc. A afirmação surpreendeu o presidente da Comissão, vereador Arly de Lara Romêo. “Até então, a informação que tínhamos era de que o investimento do Estado na Saúde em Campinas era zero. Vamos aguardar a documentação que será enviada para confirmar isso, mas o que tudo indica tem investimento sim, se é muito ou pouco é uma outra questão”, disse. cpi saúde 24_10

A diretora de saúde informou também que nos três últimos anos o Estado enviou R$ 8,6 milhões para a gestão municipal em saúde.

Outro ponto foi a de que a Unicamp, entre o Hospital de Clínicas e o Caism, tem 43% do atendimento a pacientes de Campinas. “Se levarmos em conta o atendimento ambulatorial esse número pode chegar a 60%”, informou Márcia.

A diretora assumiu a DRS 7 - órgão da Secretaria Estadual de Saúde - em agosto desse ano e disse que fará um levantamento de todo atendimento e investimento em Campinas que será encaminhado à CPI.


Vagas em hospitais


Na CPI também ficou demonstrado que a Central Municipal de Regulação - "Central de Vagas", inaugurada em 2007, ainda tem um atendimento aquém do esperado.

De acordo com o coordenador da Central de Vagas Augusto Cézar Lazarin o serviço não faz o controle dos atendimentos de urgência e emergência, o que é feito pelo Samu, tendo apenas o controle total das internações e atendimento de alta complexidade em unidades do SUS. Nos atendimentos de média complexidade a regulação é parcial.

A Central de Vagas conta com 30 funcionários, mas é necessário aumentar esse número. De acordo com Lazarin é preciso adequar o número de leitos à necessidade de internação. “Estamos em processo regulatório para que, o mais brevemente, façamos adequações nos recursos humanos e espaço físico para que a central atue integralmente”, disse.

O serviço tem o controle de vagas dos hospitais Ouro Verde, Celso Pierro da Puc- Campinas, Cândido Ferreira, Irmandade de Misericórdia (Santa Casa), Beneficência Portuguesa e Dr. Mário Gatti.

Para o presidente da CPI da Saúde Arly de Lara Romêo essa lacuna compromete o trabalho da Central de Vagas. “Apesar dos avanços percebemos que falta estrutura, sem contar que o atendimento não é de 24 horas, o que impossibilita o controle total das vagas, pois à noite a demanda é grande”, comenta Arly de Lara Romêo.

Na próxima quinta-feira (27/10), a CPI da Saúde vai ouvir o secretário municipal da Saúde, José Francisco Kerr Saraiva, a partir das 14h30.

Também participaram da reunião os membros da Comissão Petterson Prado, Francisco Sellin, Dário Saadi e Artur Orsi.


Texto e foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas


Publicada em 24/10/2011 18h13