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  • 2011
  • Sellin representa Câmara no encerramento do “Projeto Protejo”

Sellin representa Câmara no encerramento do “Projeto Protejo”

Sellin representa Câmara no encerramento do “Projeto Protejo”

Vereador Francisco Sellin: Protejo

O vereador Francisco Sellin (PDT) representou a Câmara Municipal de Campinas no encerramento das atividades e certificação da segunda turma de jovens participantes do Projeto de Proteção de Jovens em Território Vulnerável (Protejo), realizado na tarde desta quarta-feira (02/03) no teatro do Centro de Convivência Cultural.

O Protejo surgiu com o objetivo de prestar assistência, por meio de programas de formação e inclusão social, a jovens adolescentes expostos à violência doméstica ou urbana ou que vivam nas ruas. Nesta turma – de seis bairros da periferia da cidade – foram 800 adolescentes inscritos, dos quais, 300 se formaram.

O projeto em Campinas teve início em fevereiro de 2010 com encerramento das atividades neste mês de março, num total de 745 horas de capacitação. Divididos em grupos eles participaram de atividades de turismo, culturais, esportivas e educacionais. De acordo com o último censo do IBGE existem em Campinas 196 mil jovens – de 15 a 24 anos – e destes, 40 mil foram cadastrados como vivendo em áreas de vulnerabilidade social, segundo a secretária de Cidadania, Assistência e Inclusão Social, Darci da Silva.

“O Projeto tem como objetivo informar o jovem sobre seus direitos e seus deveres e como ele pode atuar para transformar sua própria realidade; mudar o seu território”, explica Darci. “Na verdade, a ideia é preparar o jovem para que ele se torne um agente multiplicador”, acrescenta.

A secretária diz que os resultados já podem ser sentidos. “Só pela atitude dos meninos e meninas; a forma como eles estão encarando a sua realidade ou por meio dos depoimentos de pais. Nos parece que eles assumiram o projeto”, acrescentou ela.

No primeiro ciclo, as ações foram desenvolvidas pelo Centro de Inclusão Digital e Aprendizagem Profissional (CIDAP), Obra Social São João Bosco e Centro de Orientação ao Adolescente de Campinas (COMEC). Na segunda etapa os projetos locais ficaram a cargo do Instituto Corpore para o Desenvolvimento da Qualidade de Vida e pela Sidericoudes & Brisola Assessoria e Consultoria Educacional e Tecnológica Ltda.

As ações implementadas pelas Organizações Não Governamentais (ONGs) tiveram supervisão e monitoramento do Núcleo de Trabalho Comunitário (NTC) da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) em todos os polos de ação nos bairros: Itajaí, Campo Belo I e II, Jardim Fernanda, Vila Esperança e Vida Nova.

“Esse um trabalho extremamente importante. Só com uma educação sólida e ações de prevenção como essa, poderemos reduzir as desigualdades e diminuir a violência na cidade e no País”, afirmou o vereador Francisco Sellin.


Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara e da Prefeitura de Campinas.

Foto: Luiz Granzotto

Publicada em 2/03/2011 16h43