Falta de tornozeleiras pode inviabilizar programa com detentos em Campinas
Com isso, todos os dias, 320 homens deixam de sair às ruas para a realização do trabalho de manutenção de ruas, praças e propriedades públicas. As tornozeleiras eletrônicas são utilizadas para fazer o monitoramento dos presos e sem elas não há como liberar o detento para o trabalho externo.
Preocupado com o problema, o presidente da Câmara, o vereador Thiago Ferrari solicitou providências da Secretaria Estadual da Administração Penitenciária. “Acho de extrema importância contarmos com a mão de obra desses reeducandos, principalmente nesse momento em que a cidade precisa de manutenção”, disse Thiago Ferrari.
Na tarde desta segunda-feira( 23/01), o presidente da Câmara teve uma conversa, por telefone, com o diretor do Departamento de Inteligência e Segurança da Secretaria de Administração Penitenciária, Lino Wagner Modonesi, que se comprometeu a analisar a questão.
Firmado em 2006, o Programa Reeducando é um convênio assinado pela prefeitura Municipal de Campinas e a Fundação Dr. Manoel Pedro Pimentel – Funap – para alocação de mão de obra prisional. Nesse programa são gerados trabalhos realizados por presos de regime semi-aberto. As atividades laborais são realizadas nas 14 Administrações Regionais e 4 subprefeituras, sendo elas: limpeza urbana, conservação e manutenção dos próprios públicos o recapeamento das vias públicas da cidade e demais atividades de manutenção.
Texto e Foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas
