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  • 2013
  • Câmara promove debate sobre Doença de Chagas

Câmara promove debate sobre Doença de Chagas

Câmara promove debate sobre Doença de Chagas

Vereador Ângelo Barreto promove debate sobre Doença de Chagas


Nesta terça-feira (13/08) a Câmara Municipal de Campinas realiza a partir das 9h, no Plenário, um debate sobre Doença de Chagas.


Promovido pelo vereador Ângelo Barreto (PT), o objetivo é discutir sobre esta e outras doenças neglicenciadas, os problemas enfrentados pelos pacientes como acesso à medicação e atendimento pela rede pública de Saúde, entre outros.


A discussão trará o presidente da Associação de portadores de Doença de Chagas de Campinas e região (ACCAMP) e na presidência colegiada da FINDECHAGAS, Osvaldo Rodrigues da Silva, a assistente Social do HC da Unicamp e membro do conselho cientifico da ACCAMP E FINDECHAGAS, Ana Maria de Arruda Camargo.


A mesa será composta também por Antonio Pereira, associado à ACCAMP e vereador de Sta. Bárbara D'Oeste, autor do primeiro projeto de Lei que institui no seu município do dia 14 abril “Dia da Luta contra doença de Chagas”, Maria Elena Guariento, professora-doutora do Departamento de Clínica Médica da FMC/Unicamp e o pesquisador e coordenador da Rede Global para eliminação da doença de chagas da Organização Mundial de Saúde, Pedro Albajar Viñas.


Barreto acredita que este debate vai fazer com que as pessoas fiquem mais atentas à doença, que muitos acreditam não existir em grandes cidades. “Este debate é o primeiro passo para entendermos que a Doença de Chagas, apesar de pouco falada, ainda existe e podermos criar uma semana de conscientização sobre o tema”, afirma.


A entrada do Plenário é pela Avenida Engenheiro Roberto Mange, 66, Ponte Preta, Campinas-SP.


A Doença de Chagas


Ainda considerada uma doença no rol das negligenciadas, a doença de Chagas constitui um grave problema de saúde pública para a América Latina, com repercussão mundial. Ao contrário do que se pensa, ainda não foi totalmente controlada. É causada pelo Trypanosoma cruzi e as formas de transmissão de maior importância epidemiológica são a vetorial através de insetos hematófagos, os triatomíneos (barbeiros), a transfusional, a congênita e a oral. A globalização com os movimentos populacionais aumentam o potencial de disseminação da enfermidade para países não endêmicos onde não é feita a triagem em bancos de sangue, elevando o risco de transmissão.



Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas com informações do gabinete do vereador Ângelo Barreto (PT)


Foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas



Publicada em 12/08/2013 18h48