Presbiterianos lançam movimento pela ética e cidadania
De acordo com o defensor público da 3ª Vara Criminal de Campinas e membro da Comunidade, Noadir Marques, o documento é uma reação à crise institucional vivida pela cidade nos últimos dois anos, quando dois prefeitos foram cassados, acusados de envolvimento em episódios de corrupção.
“Entendemos como ato de cidadania a defesa intransigente da sociedade e do dinheiro público. Afirmamos que o Estado Democrático e de Direito se fortalece e consolida com instituições e pessoas que atuem em sua plenitude, com ética e probidade. Que afastem vigorosamente toda e qualquer tentativa de desvio, de corrupção ou de apropriação dos bens públicos”, adverte o documento.
O pastor Cilas Fiuza diz que a história mostra que a Igreja Presbiteriana tem contribuído de forma efetiva ao longo dos séculos, não apenas na proclamação profética, mas também nas áreas da responsabilidade social, de preservação dos valores éticos e da participação política. “Para que o mal prospere, basta que os bons permaneçam inertes”, alertou ele. “Não queremos pedir nada às autoridades. Queremos apenas contribuir para a promoção do bem estar”, acrescentou.
O juiz federal do Trabalho, Renan Fagundes diz que Comunidade Presbiteriana pretende estabelecer o diálogo com os organismos públicos “e agir de forma articulada e consistente no dia a dia da cidade”, explicou.
A Igreja Presbiteriana está instalada em Campinas já há 142 anos. Fundada no dia 10 de julho de 1870, a denominação conta hoje com 50 igrejas e congregações, e possui aproximadamente seis mil membros na cidade. A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera conta com 855 membros.
O presidente da Câmara disse ter como princípio a defesa da ética na política e garantiu que Casa estará aberta à participação da comunidade presbiteriana.
Texto e Foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas
