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  • 2013
  • SindiVarejista quer participar de discussões sobre lei de resíduos

SindiVarejista quer participar de discussões sobre lei de resíduos

SindiVarejista quer participar de discussões sobre lei de resíduos

Campos (esq.) e Sanae: Senac

O SindiVarejista Campinas – que congrega estabelecimentos de varejo de 13 cidades da região – quer participar das discussões em andamento na Câmara em torno da implantação da Política Municipal de Resíduos Sólidos.

Em audiência com o presidente da Casa, vereador Campos Filho (DEM) a presidente da entidade, Sanae Murayama Saito, disse que os municípios, além de atrasados em relação a implantação, também estão deixando o ônus exclusivamente sob a responsabilidade dos comerciantes.

Na avaliação de Sanea, a cidade precisa estruturar e implementar sistemas da chamada 'logística reversa' – um conjunto de ações e procedimentos que harmonizam consumo e a destinação correta dos resíduos.

Na prática, a logística reversa prevê que uma vez descartadas, as embalagens são de responsabilidade dos fabricantes, que devem criar um sistema para reciclar o produto. Uma empresa de refrigerante, por exemplo, terá que criar um sistema para recolher as garrafas e latas de alumínio e destiná-las para a reciclagem.

Sanae diz que, no entanto, o cenário se mostra perverso com o comerciante. “Um cidadão compra uma pilha e quando quer descartar de forma correta, a única coisa que lhe vem à cabeça é entregar onde comprou. Só que o comerciante, terá de gastar dois reais para dar a destinação correta à pilha usada que recebe de volta. Isso não é justo, nem producente, pois não estimula o comércio a implantar sistemas eficazes de coleta”, pondera.

“O que queremos é ajudar a construir uma cadeia, envolvendo fornecedores, fabricantes, distribuidores, comerciantes até chegar ao consumidor. É preciso que todos entendam que cada um desses agentes, têm papel igualmente importante nesse processo”, acrescentou.

SENAC – Na audiência com Campos Filho, a presidente do SindVarejista revelou que o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) decidiu construir uma segunda unidade em Campinas, desta vez, na região do Campo Grande. Segundo ela, a entidade procura uma área de 10 mil metros quadrados, sendo que a metade será destinada a construção do prédio. O objetivo é oferecer cursos voltados para diversos setor do comércio, serviços e turismo. De acordo com Sanae, e 80% deles são cursos gratuitos.

“Nós já temos o dinheiro. O que nos falta é um terreno. Mas queremos naquela região da cidade, uma área em franca expansão, mas cuja carência ainda é grande”, explicou. A única unidade do Senac em Campinas funciona na Rua Sacramento, no Centro e, segundo Sanae, não comporta mais nenhum tipo de ampliação.


Texto e Foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas


Publicada em 20/03/2013 13h16