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Em Audiência Pública na Câmara, Executivo apresenta números e metas fiscais referentes ao 3º quadrimestre de 2014: previsões cautelosas para o futuro

27/02/2015

Vereadores da Câmara Municipal de Campinas participaram na manhã desta sexta-feira de Audiência Pública para demonstração e avaliação das metas fiscais do 3º quadrimestre de 2014, pelo Executivo. Durante mais de uma hora o Secretário Interino de Finanças, Fernando Oliveira, o Diretor de Contabilidade e Orçamento, João Carlos Ribeiro, e o Diretor Administrativo e Financeiro, Fábio Forte, apresentaram números referentes à arrecadação e as despesas do município.

O secretário Fernando Oliveira disse aos parlamentares que o momento é de estabilidade, mas de expectativas cautelosas em relação ao futuro. “A avaliação é boa, mas as perspectivas nem tanto. A gente está numa situação de equilíbrio, com superávit, mas as previsões são difíceis. Realizamos ações que possibilitaram aumento significativo na arrecadação e estamos atentos para colocar em prática outros procedimentos e campanhas que possam trazer novos recursos. Mas o momento é de expectativa e cautela em função da crise que está instalada no País.”

O vereador Marcos Bernardelli (PSDB), que presidiu a Audiência Pública, ficou satisfeito com os números apresentados. “Foi uma Audiência Pública tranquila, esclarecedora. Os vereadores puderam questionar os representantes do Executivo, que demonstram com números a situação da arrecadação e os investimentos. Foi muito produtivo ”, afirmou.

Entre os questionamentos apresentados estiveram dúvidas em relação aos investimentos realizados pelo Executivo. O vereador Artur Orsi (PSDB), por exemplo, se disse decepcionado em relação ao volume de aportes que, na opinião dele, ficou abaixo do esperado em determinadas áreas.

“Fiquei muito impressionado, de forma negativa, com os números apresentados de investimento na cidade. Em obras foram 92 milhões de reais, o valor mais baixo da história recente da cidade, correspondendo a apenas dois por cento do orçamento de 2014, que arrecadou 3 bilhões e 800 milhões.Houve também um aumento nos restos a pagar em relação a 2013 e está havendo um crescimento constante nos contratos terceirizados, de prestação de serviços”, criticou.

Texto e foto:Assesoria de Comunicação da Câmara Municipal de Campinas

Publicada em 27/02/2015 16h45