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Crise Política em foco na TV Câmara: Questão de Ordem debate impeachment com vereadores Marcos Bernardelli (PSDB) e Carlão do PT

31/03/2016

A crise política nacional está em foco no programa Questão de Ordem que vai ao ar pela TV Câmara Campinas (UHF Digital 61.3, canal 4 da NET e www.campinas.sp.leg.br) neste final de semana. Para debater o tema  que tem polarizado o país, a jornalista Mirna Abreu recebeu os vereadores Marcos Bernardelli (PSDB) e Carlão do PT em um programa de uma hora para sobre o processo de impeachment aberto contra a presidente Dilma Roussef, bem como as consequências dele para o Brasil e até mesmo como a crise poderá influenciar as eleições deste ano.

O programa será exibido no sábado (2), com reprises no domingo e segunda-feira (3 e 4 de abril), sempre em primeira edição às 8 horas e em segunda edição às 16 horas. Em uma discussão bem contextualizada – com direito a exibição de matérias produzidas pelo jornalismo do canal sobre com movimentos pró e contra o impedimento em Campinas - e contendo momentos de divergência, mas sempre buscando respeitar a opinião um do outro, os dois parlamentares da Câmara Municipal opinaram e, muitas vezes, contrapuseram os argumentos um do outro.

 “Não há nenhum crime de responsabilidade apontado para que se pudesse fazer o impeachment. A pedalada...todos os governos, os últimos federais, os governos dos Estados, para conseguir fazer seu fechamento de conta utilizaram esse mecanismo", defende em certo momento Carlão do PT.

“O procedimento é legítimo. Agora se, dentro da tramitação, os deputados votarem pelo não-acolhimento do processo, ela volta a exercer o cargo dela (...) á 20 anos foi o Collor, hoje é o PT, amanhã poderá ser outro partido, mas nossas instituições estão fortes. Hoje quem está sendo contrariado é o PT, o projeto de poder que eles tinham”, retruca Bernardelli.

Os dois legisladores convergem porém, quando o assunto é se a crise irá impactar as eleições municipais. “Esse debate da crise, ela vai interferir porque pode distorcer os resultados eleitorais em vários municípios”, pontua o petista. “Nós temos sim um reflexo direto. Não haverá interferência política de outra sorte, a não ser você conversar com o eleitor”, diz o tucano.

Texto e foto:  Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas

Publicada em 1/04/2016 10h55