Nome de rua: uma obrigação legal –e importante – dos vereadores
O ato de dar nome a uma rua ou logradouro é tido por muita gente como algo menor, por vezes citado até em tom de crítica ou zombaria. Mas imagine morar em uma rua sem nome, não podendo receber uma carta, uma conta de luz e nem mesmo explicar corretamente a alguém onde mora porque, afinal de contas, a rua não tem nome e, muitas vezes, nem a casa tem número.
“Campinas é uma cidade em crescimento constante, inúmeras novas ruas surgem anualmente e nomeá-las é obrigação da Câmara, por isso anualmente há um número significativo de projetos neste sentido. “Nome de rua” pode parecer algo banal pra muita gente, mas pra quem morava em um lugar desprovido de nome e era privado de uma série de direitos por causa disso, é um ato importante”, diz Rafa Zimbaldi.
Além da identificação em si, a nomeação das ruas também pode cumprir outra ação importante: a de registrar o nome de figuras ou eventos públicos importantes da cidade. Desta forma, se eternizam professores, artistas, líderes, homens públicos, datas históricas etc.
Neste sentido, vale lembrar que em 2015 o vereador Carlão do PT lançou o Projeto ‘Ruas de Histórias Negras’ que resgatou a relevante contribuição dos afrodescendentes na construção da cidade e do país. O Projeto instalou placas com informações sobre personalidades negras que dão nome a ruas, praças e locais históricos (inicialmente, são 42 placas em diversas regiões da cidade) que agora fazem parte de um roteiro cultural e turístico de Campinas.
Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas
Foto: divulgação
