Ir para o conteúdo.Ir para a navegação

Portal da Transparência
A+
A-
Acessibilidade
Acessibilidade
Navigation
  • Julho
  • Em comemoração ao 242º aniversário de Campinas, Câmara sedia show gratuito de Maíra Guedes e os Baluartes na noite de 11 de julho

Em comemoração ao 242º aniversário de Campinas, Câmara sedia show gratuito de Maíra Guedes e os Baluartes na noite de 11 de julho

05/07/2016

Assim como fez no ano passado, a Câmara Municipal de Campinas irá marcar as comemorações do 242º aniversário de Campinas, que ocorre no próximo dia 14 de julho, com um evento musical gratuito e aberto ao público realizado no Plenário. Desta vez, a atração será o grupo de samba Maíra Guedes e os Baluartes, que se apresenta na noite de 11 de julho, a partir das 20 horas – o acesso ao show, para até 250 pessoas, será liberado meia hora antes do início, , e quem não puder ir à Casa de Leis terá como opção conferir a transmissão ao vivo na TV Câmara (em sinal aberto no UHF 61.3, canal 4 da NET ou na Internet no www.campinas.sp.leg.br).

Em 2015, foram realizados três eventos (Martina Marana, Orquestra de Choro Campineira e Elthon Dias Group), mas neste ano, em virtude das reformas previstas para o Plenário, não haverá agenda para a mesma quantidade de eventos em julho. Também deverá ser anunciada em breve, porém, também em homenagem à data, uma exposição fotográfica que ficará na Câmara durante julho e agosto.

Vale lembrar ainda que no dia 14 de julho ocorre a tradicional entrega da medalha Carlos Gomes, concedida a pessoas que se destacaram na produção ou divulgação de atividades artísticas em Campinas. Normalmente, durante o evento são realizadas apresentações de música lírica. O acesso aos eventos na Câmara Municipal irá ocorrer pela Avenida Engenheiro Roberto Mange, 66, no bairro Ponte Preta.

Maíra Guedes e os Baluartes

“Maíra Guedes e Os Baluartes” é um grupo de samba autoral contemporâneo, formado em 2011 por músicos e compositores de Campinas. Sua origem está associada às rodas de samba e encontros de compositores que surgiram nos últimos anos na cidade, principalmente o “Movimento Alvorada” e o “Projeto de Samba Sibipiruna”. O grupo surgiu, então, com o intuito de levar adiante a música daquelas comunidades, mostrando uma nova geração de compositores campineiros e dando voz a composições que nunca tinham saído da gaveta. 

 O grupo destaca-se por apresentar apenas composições de sua autoria, caracterizadas por um ecletismo rítmico, melódico e harmônico, com destaque para a originalidade dos arranjos. O repertório tem como base o samba raiz, com ênfase na instrumentação rítmica criada pela geração do Cacique de Ramos (rebolo, repique e pandeiro de nylon), incorporando um leque amplo de estilos de samba, tais como partido-alto, samba de roda, samba-canção, samba-enredo, gafieira; além de ritmos de matriz africana como o ketu, angola e ijexá; e ritmos brasileiros como o maxixe, o choro e o baião.

Com a batucada de rua como linha de frente do instrumental percussivo, o grupo Maíra Guedes e os Baluartes traz também arranjos inspirados nas sonoridades harmônicas e de improvisação do jazz. A heterogeneidade das influências musicais do grupo somada à necessidade de manter-se enraizado nas suas origens musicais tem, como consequência, a composição de canções que, por um lado, se mantêm nas tradições do samba, e por outro, carregam um forte elemento de contemporaneidade, contribuindo para a produção de uma nova estética sonora na cena do samba. O grupo lançará no segundo semestre de 2016 o seu primeiro disco, “Maíra Guedes e os Baluartes – Sambas Contemporâneos”.

O show de Maíra Guedes e os Baluartes é um espetáculo denso e intimista e, ao mesmo tempo, alegre e dançante. As composições se sobressaem por suas diferenças e o grupo flutua entre diversos climas musicais, apresentando sambas doces e intensos, falando de temas relacionados às questões amorosas e crônicas do cotidiano, resistência da cultura afro-brasileira e relações com a espiritualidade individual, proporcionando momentos de reflexão e diversão, porque apesar de tudo, não deixa de ser samba. E samba deve ser sambado, cantado e batido na palma da mão.

Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara de Campinas, com informações da assessoria do grupo Maíra Guedes e os Baluartes
Foto: reprodução: Maíra Guedes e os Baluartes

Publicada em 5/07/2016 17h25