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Moradores do Residencial Bassoli enchem o Plenário em Debate Público

02/04/2016

Moradores do Residencial Bassoli encheram o Plenário da Câmara Municipal de Campinas nesta segunda (2) para, em Debate Público convocado pelo vereador Thiago Ferrari (PTB), discutir a situação do local e possíveis soluções para os diversos problemas sociais e estruturais que eles sofrem em suas moradias.  O Bassoli foi construído pelo grupo Odebrecht e foi pioneiro para o governo federal em programas habitacionais do gênero: na época a ideia era ampliar a proposta para todo o País. O projeto surgiu em 2011, abriga milhares de famílias e , segundo os moradores, os principais problemas enfrentados são vazamentos, rachaduras, infiltrações, e excessos de insetos. Falta de capacidade nas escolas e centros de saúde, e deficiências no transporte público também foram citados.

Estiveram presentes no debate diversos vereadores, secretários municipais, corpo de bombeiros, defesa civil e representantes da Caixa Econômica Federal, banco responsável pelo financiamento das obras. A principal preocupação dos moradores é em relação à insegurança com a estrutura das construções. Segundo o Secretário Municipal de Urbanismo, Carlos Eduardo Santoro, duas vistorias foram feitas e elas não indicam risco de morte aos moradores. “Ppor ser uma obra Federal, há limites na ação do município em relação ao caso, mas a prefeitura está trabalhando em soluções para as dificuldades dos moradores”, disse.

 O vereador Thiago Ferrari afirmou que o debate é uma forma de se encontrar uma solução, e a exposição dos problemas para os órgãos presentes deve resultar em medidas afirmativas a serem anunciadas em breve. Thiago destacou uma sugestão feita pelo vereador Zé Carlos, do PSB, de buscar respostas junto a Caixa em âmbito federal. Apesar de o representante da CEF ter dito na reunião que a instituição é responsável apenas pelo financiamento das obras e não por sua execução ou fiscalização, Ferrari acredita que a medida proposta por Zé Carlos é positiva e também atribui parte da responsabilidade para o banco, que não pode ser isento porque teve participação apenas no financiamento.

Texto e foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas

Publicada em 2/05/2016 23h21