Censo Agro 2017: IBGE convida Câmara para integrar a Comissão Municipal de Geografia e Estatística; canal legislativo divulga a ação que se inicia em outubro na RMC
A Câmara irá integrar a Comissão Municipal de Geografia e Estatística (CMGE), que visa a dar transparência às ações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), promover o conhecimento da metodologia e das ações em campo, divulgar e engajar a população e as autoridades no tocante ao Censo Agro 2017. Este levantamento, previsto para ser iniciado em 1º de outubro de 2017, é a principal e mais completa investigação sobre a produção agropecuária, florestal e aquícola brasileira.
“Este trabalho é importantíssimo, pois faz um verdadeiro raio X da produção no Brasil, e ficamos honrados em participar da CMGE na Região Metropolitana de Campinas. Até porque, segundo nos informaram os integrantes do IBGE que tivemos o prazer de receber aqui na Câmara, a ideia é que esta Comissão se torne permanente, permitindo que a sociedade conheça e dê suporte a outras atividades, e promovendo um maior uso das informações estatísticas, geocientíficas e ambientais produzidas pelo instituto para aprimorar a gestão municipal”, diz o vereador Rafa Zimbaldi, presidente do Legislativo.
Ele acrescenta que o Legislativo já colocou a TV Câmara à disposição para divulgar as ações do Censo Agro (uma campanha inclusive já está sendo veiculada no canal), já que a divulgação é peça chave para o sucesso da coleta de dados. “A divulgação é importante para que todas as pessoas que estão envolvidas com a produção agropecuária em Campinas estejam preparados para receber os recenseadores”, diz Jackson Medeiros, técnico do IBGE Campinas..
Além dele, estiveram na Câmara o coordenador regional José Luiz Cardoso e o chefe da agência Campinas, Felipe dos Reis Vajda, e o técnico Jackson Medeiros. O Censo Agro 2017 - que captará informações que vão desde o volume e as despesas com produção até o uso de agrotóxicos – se estenderá até fevereiro do ano que vem e os primeiros resultados devem ser conhecidos ainda em 2018. Para a realização da pesquisa em todo o Brasil, a estimativa é que sejam contratados 26 mil pessoas (entre analistas, agentes e recenseadores, que levantarão informações em 5,3 milhões de estabelecimentos agropecuários acima de um hectare.
Texto e foto: Central de Comunicação Institucional da CMC
