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Comissão de Estudos visita nesta quinta-feira (30) pátio da EMDEC para checar veículos que são utilizados no programa PAI Serviço

27/03/2017

Criada em fevereiro deste ano por iniciativa do vereador professor Alberto (PR), a Comissão Especial de Estudos que analisa o PAI-Serviço - atendimento que oferece transporte com veículos acessíveis, adaptados ao transporte de pessoas com mobilidade reduzida – realiza nesta quinta-feira (30) sua terceira reunião.

Desta vez a comissão fará uma visita técnica até a sede da EMDEC para verificar os veículos que são utilizados para realizar o atendimento às pessoas com mobilidade reduzida. Segundo Professor Alberto, a visita é um continuidade dos trabalhos da comissão, que em sua primeira reunião protocolou um requerimento de informações solicitando a confirmação do número de carros que estão disponíveis.

“A maior reclamação que recebi e que me motivou a criar a comissão é que o sistema não consegue atender a ampla demanda, por isso, vamos até o local checar se as 50 vans e os 2 ônibus que constam no site da EMDEC estão mesmo em atendimento ou se por acaso algum esteja passando por manutenção, ou até mesmo esteja inadequado para o serviço”, questiona o parlamentar.

A visita técnica será acompanhada pelo secretário e presidente da EMDEC, Carlos José Barreiro e será às 16 horas. Além de Professor Alberto, a CEE é composta ainda pelos vereadores Aurélio Cláudio (PMB), Jorge da Farmácia (PSDB) – que é também o relator a CEE e presidente da Comissão Permanente das Pessoas com Deficiência Física ou Mobilidade Reduzida, Pedro Tourinho (PT), Vinicius Gratti (PSB).

Histórico:

O objetivo da CEE é buscar saídas para que o PAI-SERVIÇO seja feito da forma mais eficaz e ampla possível. “Todas as pessoas que utilizam o serviço elogiam o atendimento, porém temos muitas reclamações de que o agendamento muitas vezes não supre a necessidade das pessoas que precisam desse tipo de transporte”, pontua Professor Alberto.

Na primeira reunião da comissão realizada no início do mês de março, os parlamentares protocolaram um requerimento solicitando informações sobre várias questões que envolvem o atendimento, entre elas, a solicitação do relatório completo do atendimento dos últimos 6 meses, discriminando o itinerário de cada veículo. O Executivo tem o prazo de 30 dias para responder aos questionamento, podendo ter esse prazo prorrogado por meio de solicitação ao Legislativo.

No segundo encontro, realizado também no início de março, a CEE recebeu representantes das empresas Hangar/Zanca que realizam o mesmo serviço que os veículos do PAI, mas de forma privativa, funcionando como um atendimento de táxi acessível. Os representantes disseram aos vereadores que realizam uma média de 70 atendimentos mensais, totalizando até mil atendimentos por ano. Para os vereadores da comissão esse amplo atendimento reflete a demanda que existe pelo serviço na cidade.

Neste encontro os parlamentares se comprometeram de encaminhar ao Executivo uma solicitação de que esses carros que realizam o atendimento por meio de licença de táxi acessível possam ter os mesmos direitos fiscais que os táxis comuns, como por exemplo a isenção dos impostos nos quais os táxis comuns têm direito. Além também dos benefícios administrativos, como uma maior flexibilidade na parada rápida, já que o desembarque das pessoas com deficiência chega a ser três vezes maior do que de uma pessoa comum.

Texto e Foto: Central de Comunicação Institucional da CMC

Publicada em 27/03/2017 20h15