Retrospectiva 2018: em fevereiro, Câmara aprova retomada do Parlamento Jovem e vota pareceres das contas da prefeitura de 2011, 2013 e 2014
O mês de fevereiro marcou o início das reuniões ordinárias do ano e, logo na primeira delas, o Plenário reprovou um pedido de criação de Comissão Processante para investigar se havia responsabilidade ou omissão do prefeito Jonas Donizete no chamado caso Ouro verde, onde o MP investiga desvios de verbas no convênio entre o hospital público e a OS Vitale (com o progresso das investigações, os parlamentares acabariam aprovando outro pedido de CP em novembro).
Também naquele mês a Casa aprovou a recriação do projeto Parlamento Jovem, um programa de formação política que tem por objetivo potencializar a atuação democrática dos jovens e seu protagonismo político. Para isso, estudantes de escolas públicas e particulares são eleitos por seus pares para atuarem como vereadores-estudantes, com capacitação fornecida pela Escola do Legislativo de Campinas (Elecamp).
Ainda no segundo mês do ano os vereadores aprovaram em primeira análise a “lei Lucas”, que viria a se tornar inspiração para uma legislação nacional,e analisaram os pareceres do TCE sobre as contas da prefeitura de 2011, 2013 e 2014. Os dois últimos pareceres foram aprovados e, no caso do parecer de 2011, ano em que a cidade passou por uma situação inédita, com três prefeitos diferentes, o Plenário exonerou Demétrio Vilagra e Pedro Serafim de responsabilidade sobre a reprovação das contas e responsabilizou apenas Hélio de Oliveira Santos, que perdeu os direitos políticos até 2026. Confira abaixo alguns dos principais destaques do mês ou clique aqui para ver todas as notícias de fevereiro.
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Texto e foto: Central de Comunicação Institucional da CMC
