CR do Ouro Verde, que irá ouvir Marcos Pimenta na Câmara em abril, também questionará sobre a bactéria KPC
A Comissão de Representação que apura o convênio entre a Prefeitura e a Organização Social Vitale, presidida pelo vereador Rodrigo da Farmadic (PP), irá incluir questionamentos em relação à presença da bactéria KPC (Klebsiella pneumoniae) na pauta da reunião que fará em abril com ouvir o interventor Marcos Pimenta. A reunião terá como tema principal os próximos passos próximos passos na implementação da Rede Municipal Dr. Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar (que irá unir em uma única gestão integrada os hospitais Mário Gatti e Ouro Verde, as Unidades de Pronto Atendimento e o SAMU ), mas em virtude da morte ocorrida na instituição o tema também será incluso na pauta para esclarecimentos.
“Já falei com o interventor logo pela manhã desta terça em relação ao ocorrido e sabemos que a morte que ocorreu foi em virtude de um ataque cardíaco, apesar de o paciente ter a bactéria, bem como há também pacientes com a bactéria incubada em tratamento. Marcos Pimenta se colocou à disposição para dar mais esclarecimentos aqui na Câmara também sobre este caso, o que é importante até para tranqüilizar a população”, pontua Farmadic.
O vereador acrescenta que o secretário poderia até mesmo vir esta semana à Câmara, porém como os casos estão sob controle e são esperadas novidades do Ministério Público em relação a questões trabalhistas envolvendo a rede no início de abril, a ideia é realizar o encontro após consolidadas as novas informações.
A Prefeitura confirmou na tarde de ontem a morte do idoso que estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Ouro Verde e tinha a bactéria KPC, reiterando que o paciente morreu por problemas cardíacos e outras complicações de saúde e não pela ação da bactéria. Há outros dez pacientes internados na unidade, sendo que três – duas crianças e um adulto – continuam na UTI e o quadro de todos estável.
O contágio da bactéria KPC acontece por contato, mas não socialmente, e não há restrição de atendimento no Ouro Verde. O Serviço de Controle de Infecção do hospital e a Vigilância Sanitária acompanham a situação e providenciaram um controle maior de higiene entre o corpo médico e os pacientes, garantindo que não haja mais riscos.
Texto e foto: Central de Comunicação Institucional da CMC
