Comissão de Saúde e de Meio Ambiente abrem oficialmente os trabalhos de 2020 com a discussão sobre o coronavírus
A Comissão de Política Social e Saúde e a Comissão de Meio Ambiente abrem oficialmente os trabalhos na próxima semana com ênfase no novo coronavírus, agente descoberto no fim de dezembro de 2019 após ter casos registrados na China. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são 40,5 mil casos registrados em 18 países, com mais de 900 mortes, e que vem mobilizando organismos internacionais e a comunidade científica na busca por respostas sobre prevenção, transmissão e tratamento. Há casos suspeitos no Brasil.
Na segunda-feira (10/02), o presidente da Comissão de Meio Ambiente, vereador Luiz Rossini (PV), traz para a discussão do tema o médico André Ricardo Ribas de Freitas, epidemiologista do Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde de Campinas. O infectologista atua principalmente com doenças crônicas não transmissíveis, epidemiologia, controle de doenças infecciosas, dengue, zika, chikungunya, esquistossomose, febre maculosa brasileira e influenza.
“Além do lado epidemiológico, precisamos também avaliar qual o impacto do coronavírus no meio ambiente, já que vivemos num momento de devastação das fronteiras naturais”, alertou Rossini. A reunião da Comissão de Meio Ambiente está marcada para as 16 horas no Plenário da Câmara.
Já na terça-feira (11/02), também as 16 horas, a Comissão de Saúde ira debater como a rede municipal está preparada para a prevenção e o atendimento do coronavírus e da dengue. “Temos o dever de contribuir para tarefas tão importante da rede municipal como a prevenção de epidemias e estruturação de um atendimento consistente e de qualidade para os pacientes”, apontou o vereador Pedro Tourinho (PT), médico e presidente da Comissão.
Também está na pauta da Comissão de Saúde o acesso dos pacientes com câncer a quimioterapia e a radioterapia no sistema público de saúde. Tourinho avalia que o acolhimento do paciente não se faz apenas com oração. “O constante fortalecimento da rede com contratação de funcionários, treinamentos profissionais adequados, abastecimento regular dos suprimentos são indispensáveis para que o serviço de saúde atenda as necessidades da população”.
Texto e Foto: Central de Comunicação Institucional da Câmara Municipal de Campinas
