Ir para o conteúdo.Ir para a navegação

Portal da Transparência
A+
A-
Acessibilidade
Acessibilidade
Navigation
  • Outubro
  • Eduardo Magoga propõe processo de avaliação de risco para priorizar atendimento médico nas unidades de pronto atendimento de Campinas

Eduardo Magoga propõe processo de avaliação de risco para priorizar atendimento médico nas unidades de pronto atendimento de Campinas

27/10/2021

O vereador Eduardo Magoga (PODE) protocolou projeto de lei que obriga as unidades de Pronto Socorro, Hospitais e Unidades de Pronto Atendimento da rede pública a realizar processo de acolhimento, avaliação e classificação de risco, a fim de priorizar o atendimento médico de pacientes.

De acordo com a proposta, os procedimentos deverão ser realizados por profissional habilitado, conforme descrito na Resolução número 661/2021 do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e sem interrupção, após a coleta de dados e identificação do paciente, salvo os casos que o paciente corra eminente risco de vida.

“Acompanhamos de perto os casos com demora no atendimento da população, acreditamos ser importante expor algumas linhas sobre o procedimento de classificação de riscos, baseado em modelos experimentados e capazes de dinamizar o atendimento e reduzir o tempo de espera, socorrendo a cada um, segundo a urgência que envolve a situação”, explica Eduardo Magoga.

O projeto ainda prevê que deverá ser afixada, em caráter obrigatório, na recepção de todas as unidades, em local visível e de fácil leitura, placas contendo o texto: “Todo paciente tem direito à realização de acolhimento e classificação de risco, sem interrupção após a coleta de dados e identificação, determinando a prioridade de atendimento médico”.

Para o parlamentar, a classificação de risco é uma ferramenta utilizada nos serviços de urgência e emergência, para avaliar e identificar os pacientes que necessitam de atendimento prioritário, de acordo com a gravidade clínica, potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento.

Eduardo Magoga ainda cita no seu projeto o Protocolo de Manchester, na qual a classificação é realizada com cinco níveis de tempo/resposta, com determinação de tempo máximo de espera para cada urgência ou emergência, da seguinte forma:

Vermelho: representa emergência, o paciente necessita de atendimento imediato.

Laranja: significa muito urgente, o paciente necessita de atendimento o mais prontamente possível. Espera de até 10 minutos.

Amarelo: o paciente precisa de avaliação. Não se considera uma emergência, já que possui condições clínicas para aguardar. Espera de até 60 minutos.

Verde: pouco urgente, pois se trata de um caso menos grave. Exige atendimento médico, mas pode ser assistido no consultório médico ambulatorialmente. Espera de até 2 horas.

Azul: não é urgente. São casos de menor complexidade e sem problemas recentes. O paciente deve ser acompanhado no consultório médico ambulatorialmente. Espera de até 4 horas.

 

Texto e Foto: Diretoria de Comunicação Institucional da Câmara Municipal de Campinas

 

Publicada em 27/10/2021 15h34