Marcelo da Farmácia protocola projeto de lei que torna obrigatório o ensino de Libras como conhecimento básico no currículo do ensino fundamental das escolas municipais
O vereador Marcelo da Farmácia (AVANTE) protocolou projeto de lei que torna obrigatório o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras), como conhecimento básico no currículo do ensino fundamental das escolas municipais.
De acordo com o projeto, os objetivos visam capacitar os alunos para exercer a comunicação por intermédio da Libras e incentivar a inserção social dos surdos. Os professores surdos terão prioridade para o ensino da Libras e o Sistema Municipal de Educação de Campinas e suas respectivas instituições de ensino devem incluir em seu planejamento transversal as noções de ensino de Língua Brasileira de Sinais.
Segundo o último Censo realizado em 2010 apontou que havia no município 48.356 pessoas com deficiência auditiva, o que representava 4,5% da população, na época. Destas, 8.139 (0,8%) tinham deficiência auditiva acentuada e 36.326 (3,4%) tinham deficiência em pequeno grau. Em 2020 e 2021 o levantamento não foi realizado por causa da pandemia.
“Dados do IBGE de 2020 apontam que mais de 10 milhões de pessoas têm algum problema relacionado à surdez, isto equivale a 5% da população brasileira”, complementa Marcelo da Farmácia.
Texto e Foto: Diretoria de Comunicação Institucional da Câmara Municipal de Campinas
