Projeto de Lei de Zé Carlos institui campanha de conscientização contra o cigarro eletrônico/vape nas escolas de Campinas
Muitas vezes sob o - falso - argumento que não causa malefícios como o cigarro tradicional, o cigarro eletrônico ou vape tem se popularizado em especial entre adolescentes e pessoas mais jovens. Mesmo com venda oficialmente proibida no Brasil, é comum encontrar usuários inclusive nas escolas, uma situação que o vereador Zé Carlos (PSB) quer reverter por meio de um Projeto de Lei que obriga a realização de campanhas de conscientização nos colégios de Campinas;
"O Ministério da Saúde, médicos e diversos institutos e autoridades confirmam que o cigarro eletrônico, assim como o cigarro convencional, provoca danos à saúde. O produto tem substâncias cancerígenas e aditivos com sabores, que têm efeitos tóxicos e podem causar dependência. Além disso, causa danos na mucosa oral, irritação da garganta e olhos, rinite, pneumonia e outras condições nocivas a quem fuma o vape”, alerta o parlamentar.
Além dos problemas citados pelo parlamentar, especialistas do Ministério da Saúde revelam ainda que há estudos que já demonstraram que o cigarro eletrônico aumenta o risco de infarto agudo do miocárdio e de doenças respiratórias e pulmonares, como a asma.
De acordo com o Projeto de Lei, caberá ao Executivo promover ações de conscientização tanto nas escolas públicas da cidade quanto nas particulares. Estas ações devem incluir orientação dos docentes e equipes pedagógicas; implementação e disseminação de campanhas de educação, conscientização e informação sobre o tema; e assistência social e psicológica aos adolescentes e jovens que necessitam.
O PL também especifica que sejam feitos workshops, palestras e a utilização de cartazes e panfletos alertando sobre os malefícios do vape. “O cigarro eletrônico já foi apontado como algo que faz menos mal à saúde e até uma forma de substituir e abandonar o cigarro convencional, mas na prática é um novo vício e malefício à saúde. Há inclusive relato de que em 2019, nos EUA, um surto de síndrome gripal evoluiu em diversos estados para insuficiência respiratória aguda entre usuários do vape. E, não custa reforçar, a venda o cigarro eletrônico é proibida no Brasil”, conclui Zé Carlos.
Texto e foto: Diretoria de Comunicação Institucional da CMC
