Avenida Dona Libânia
Libânia de Souza Aranha nasceu em 6 de setembro de 1829, em Campinas e faleceu em 8 de janeiro de 1921 na mesma cidade.
Era filha de Francisco Egídio de Souza Aranha e de Maria Luiza da Conceição de Souza Aranha, Viscondessa de Campinas, e irmã de Joaquim Egídio de Souza Aranha, o Marquês de Três Rios.
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Casou-se com Joaquim Policarpo Aranha, o Barão de Itapura, em 6 de novembro de 1843. Joaquim Policarpo Aranha tornou-se um dos cafeicultores mais prósperos do final do Império, dono das fazendas Chapadão, Dois Córregos, Bom Retiro e Atibaia. Em companhia de seu marido, Dona Libânia possuía o maior número de escravos da região.
Sua vida esteve envolvida em obras de filantropia, acolhendo em sua residência dezenas de crianças e pobres. Proporcionou estudo a inúmeros deles.
A Comissão de Obras Públicas do Legislativo, em 19 de fevereiro de 1883, resolveu homenagear Dona Libânia, atribuindo o seu nome à via, que foi aberta graças à colaboração do Barão de Itapura, que doou um terreno para esse feito. |
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Referências.
EMPRESA Municipal de Desenvolvimento de Campinas. D. Libânia repete tradição familiar ao dar nome em via. Disponível em http://www.emdec.com.br/eficiente/sites/portalemdec/pt-br/site.php?secao=noticiasturismo&pub=6036. Acesso em: 28 julho 2023
FRANCISCO, Rita. Solar do Barão de Itapura: da residência à universidade que acabou de completar 70 anos. ParaTODOS: folheto do Patrimônio Cultural de Campinas. Campinas, n. 22, 1º julho 2011.
Disponivel em: https://w.w.w.campinas.sp.gov.br/arquivos/cultura/paratodos/folhetos/paratodos22.pdf
GOULART, Edmo. Campinas: ruas da época imperial. Campinas: Marinata, 1983, p.89
![Dona Libania - foto[2].JPG Dona Libania - foto[2].JPG](https://www.campinas.sp.leg.br/institucional/memorial-da-camara/lista-de-logradouros/avenida-dona-libania/dona-libania-foto-2.jpg/image)
